Jesus é a Porta, sermão do Culto da Vitória


João 10.9. É interessante ver Jesus ensinar temas profundos usando de comparações com objetos singelos: porta, caminho, pão, água... Sua mensagem é simples e precisa ser acessível a todos. Aqui Ele se compara não a uma porta de casa, mas a uma porta ainda mais simples: porta do aprisco. Um dos primeiros aspectos deste ensino é que Jesus se apresenta como a saída. O pecado tem encurralado muita gente. Na verdade muitos estão limitados numa prisão ou num mundinho medíocre; não tem saída a não ser em Jesus, Ele é a porta. Ele é a certeza de novos horizontes. Outro aspecto importante é que Jesus se apresenta como a porta singular, usa-se o artigo definido “a” e não o indefinido “uma”; está claro que não tem outra opção. Aquele ditado “todos os caminhos levam a Deus” é algo impossível. A porta marca a saída de um ambiente para entrada em um outro ambiente.  Em João 14.6, Jesus diz que o caminho é Ele, a porta é Ele. Não há resultado algum a guarda de sábados, a prática de ritual ou cerimonial, nem tão pouco a influência das tradições religiosas familiares ou culturais. A porta é Jesus. Falando de porta, muitos são os que se assentam em sua soleira, outros passam pra lá e pra cá, outros, no entanto entram por ela. Assim acontece também com relação a Jesus, onde muitos estão assentados perto dele, outros vivem a vida sabendo a respeito dEle, mas andam pra lá e pra cá, indiferentes. Todavia é hora de percebermos a urgência em entrar por esta porta. É uma decisão que não aceita coluna do meio. Ou entramos pela porta ou não entramos. Aliás, no reino espiritual não há um meio termo. O que passa do “sim “ ou do “não” é de procedência maligna. Satanás é o mestre do mais ou menos. O homossexualismo e a doutrina do purgatório são exemplos de coluna do meio. Satanás faz as pessoas se acomodarem com o mais ou menos. Interessante é que tanto a negativa quanto a dúvida não prestam para a salvação. É por isso que Jesus continua declarando que a porta é Ele. Quem entrar por ela será salvo; quem não entrar será condenado. Quando se diz “entrará e sairá”, Jesus ensina também libertação, a vinda até Ele não significa cabresto, escravidão, conforme é sugerido em muitas denominações evangélicas, onde os fiéis demonstram tristeza e angústia por estar no caminho do Senhor. O evangelho não é isso. Jesus diz “vinde”, “entrará”, os fardos são retirados, as feridas são curadas. Porém o mesmo que diz “vinde” é o mesmo que ordena “ide”; ou seja “sairá” para pregar o evangelho e viver uma vida produtiva no serviço do Senhor. Entrando por esta porta, acharemos “pastagem”, alimento para a nossa alma. O nosso vazio é preenchido. É assim que podemos suportar as pressões da vida e trabalhar com afinco naquilo que Deus nos confiou. Você hoje não deseja entrar por esta porta? Que Deus te abençoe!

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